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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

GUARDA "JUJU" DESMENTE A COMPRA DA COBERTURA NA BARRA FUNDA!

GUARDA "JUJU" DESMENTE A COMPRA DA COBERTURA NO GUARUJÁ!
COBERTURA COMPRADA POR 650 MIL ALVOROÇOU OS MEIOS POLÍTICOS. NOS SALÕES DE CABELEIREIROS ERA DADA COMO CERTA A AQUISIÇÃO DA SUNTUOSA COBERTURA PELO "GUARDA JUJU". GUARDA JUJU DECLAROU: "FUI CONFUNDIDO COM OUTRO"! 


UM MISTÉRIO QUE SOMENTE A RECEITA FEDERAL DO BRASIL PODERÁ RESOLVER!

domingo, 4 de janeiro de 2015

MAIS UMA MILIONÁRIA COBERTURA COMPRADA EM GUARUJÁ COM DINHEIRO DE "HORAS EXTRAS"!

ALÔÔ, RECEITA FEDERAL DO BRASIL.SERÁ QUE OS R$ 650.000,00 DAS HORAS EXTRAS ESTÁ DECLARADO, OU É ILÍCITO?
MAIS UM MILIONÁRIO IMÓVEL COMPRADO EM GUARUJÁ. NOS SALÕES DE CABELEIREIROS DA PERIFERIA, SERÁ A NOTÍCIA DA SEMANA. O ACERVO MILIONÁRIO DE SINAIS EXTERIORES DE RIQUEZA VÃO AUMENTANDO: CARROS IMPORTADOS, CAVALOS EM SUZANO, CASAS EM CAMPOS DE JORDÃO, CHÁCARAS EM INDAIATUBA, COBERTURAS EM GUARUJÁ EM DIVERSOS BAIRROS, FAZENDAS...


POIS É, PARECE QUE O NINHO DE AMOR DAS TARDES SEMANAIS DA RUA SÃO CARLOS, TEM NOVO ENDEREÇO. AGORA NUMA COBERTURA NA RUA SOROCABA, PARA O DELEITE DAS GAZELAS!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

GAECO E RECEITA FEDERAL DESARTICULAM FRAUDE MILIONÁRIA COM RAMIFICAÇÕES NO GUARUJÁ!

GAECO/MP E RECEITA FEDERAL DESARTICULAM FRAUDE FISCAL MILIONÁRIA COM RAMIFICAÇÕES NO GUARUJÁ
OPERAÇÃO FOI DEFLAGRADA NA QUARTA-FEIRA NO GUARUJÁ E NO ABC. O CENTRO DA FRAUDE ESTÁ UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE ATUAVA EM TODO O PAÍS E PROMETIA UMA ESPÉCIE DE ASSESSORIA FINANCEIRA.


O Ministério Público de São Paulo informou ter desarticulado uma organização criminosa que vendia títulos da dívida pública sem valor a empresas interessadas em quitar dívidas com a Receita Federal.

Quatro pessoas foram presas em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, e em Guarujá, no litoral, na manhã desta quarta-feira (11).

As prisões são temporárias valem por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco. De acordo com o Gaeco (grupo especializado em crime organizado) do ABC Paulista, a organização criminosa operava o esquema havia ao menos cinco anos e causou prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos, de até R$ 300 milhões.

A OPERAÇÃO
Uma empresa procurava clientes –empresas de médio e grande porte– com dívidas tributárias com a Receita, segundo os promotores, e lhes oferecia títulos da dívida pública por valores muito abaixo dos de face.

Títulos da dívida pública podem ser usados para compensação tributária junto à Receita, mas os títulos em questão não tinham valor.

Haviam sido emitidos, por exemplo, por diversos Estados brasileiros nas décadas de 1910 e 1920, e já haviam sido declarados inexequíveis pelos órgãos que os emitiram ou haviam prescrito.

A empresa –na verdade, uma organização criminosa, de acordo com o Gaeco – apresentava esses títulos à Receita, como se fossem quitar as dívidas.

Enquanto os processos de compensação tributária eram analisados, o grupo ganhava tempo para arrancar mais dinheiro de empresas vítimas e captar mais clientes.

Ao final, a Receita negava as compensações, as empresas vítimas perdiam o dinheiro que haviam investido nos títulos e ainda viam sua dívida com o Fisco aumentar, devido aos juros.

"SEM MILAGRE"
"Esta é a mensagem: não existem milagres. Não dá para quitar uma dívida de R$ 100 por R$ 30", disse o superintendente-adjunto da Receita Federal, Fábio Ejchel.

"Acaba acontecendo de o empresário ter que pagar duas vezes, para o estelionatário e para o Fisco também."

Caíram na fraude indústrias, transportadoras, hospitais e até clubes de futebol.

Segundo o Gaeco, uma decisão judicial proibiu a divulgação dos nomes das empresas e das pessoas suspeitas de envolvimento na organização criminosa.

De acordo com a promotora Mylene Comploier, uma empresa do Rio Grande do Sul, por exemplo, pagou R$ 20 milhões por créditos que não existiam.

O caso começou a ser investigado pelos promotores em outubro do ano passado, após denúncia de um empresário vítima da fraude. A Receita e a Polícia Civil também investigavam o esquema.

Como o Ministério Público não informou os nomes dos suspeitos, não foi possível localizar seus advogados.

A operação deflagrada nesta quarta-feira, que, além de efetuar as prisões, cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, foi batizada de "O Alquimista", em alusão à tentativa de transformar metais inferiores em ouro.

Fonte: Folhapress

quarta-feira, 11 de junho de 2014

GAECO FAZ OPERAÇÃO NO GUARUJÁ!

GAECO/MP FAZ OPERAÇÃO EM GUARUJÁ!
INFORMAÇÕES EXTRA-OFICIAIS, DÃO CONTA QUE AGENTES DO MP, RECEITA FEDERAL, POLICIAIS CIVIS DE GUARUJÁ VISITARAM UMA CLINICA, DIVERSOS APARTAMENTOS, PARA CUMPRIR MANDATOS DE BUSCA E APREENSÃO E TAMBÉM ALGUNS MANDATOS DE PRISÃO.


ELES ESTÃO CHEGANDO MINHA GENTE, ELES ESTÃO CHEGANDO!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

CAÇA & CAÇADORES!

PREFEITA MARIA ANTONIETA, DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E JORNAL ESTÂNCIA DE GUARUJÁ, SÃO DENUNCIADOS NO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E NA RECEITA FEDERAL DO BRASIL!
LIBERAÇÃO DE VERBAS E ANÚNCIOS AOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO INADIMPLENTES É CONTRÁRIO AO INTERESSE PÚBLICO E AO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL.


Exigência de quitação de tributos e interesse público


Interesse público e garantias constitucionais
Casos existem nos quais a exigência de quitação de tributos efetivamente se justifica com fundamento no interesse público. Daí as hipóteses previstas no CTN, que em princípio podem ser consideradas constitucionais. Não se venha, porém, argumentar com o interesse público para justificar a exigência de certidões negativas quando tal exigência conflitar com a Constituição, porque o respeito a esta constitui interesse público o mais relevante.


Interesse público na arrecadação de tributos
Mesmo que não se vislumbre na exigência de quitação, em certos casos, conflito com a Constituição (A própria Constituição Federal estabelece que a pessoa jurídica em débito com o sistema de seguridade social, como estabelecido em lei, não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.(art. 195, § 3º), forçoso é admitir-se que o interesse público na arrecadação de tributos nem sempre justifica aquela exigência. 


CERTIDÕES DO JORNAL "A ESTÂNCIA DE GUARUJÁ"



SITUAÇÃO FISCAL DA EMPRESA COM A RECEITA FEDERAL








AO CURIOSO TABLOIDE QUE PERGUNTOU SOBRE O DINHEIRO DOS INCONFIDENTES, TEMOS PROFISSÃO, QUALIFICAÇÃO E CLIENTES, E TODOS SÃO CONTRA A CORRUPÇÃO INSTALADA NO GUARUJÁ!!!!

sábado, 16 de julho de 2011

SANTA COMPETÊNCIA!

A CASA ESTÁ TÃO EM ORDEM, QUE ESTÃO PAGANDO ATÉ IMPOSTOS A MAIOR PARA A RECEITA FEDERAL DO BRASIL!
NÃO TEM JEITO, ESSA TURMA SÃO UM BANDO DE INCOMPETENTES MESMO.

CLIQUE NA FOTO P/ AMPLIAR

QUEREM CONHECER O RESTO DA LAMBANÇA, CONSULTEM O SITE DA RECEITA FEDERAL NO LINK ABAIXO:


domingo, 9 de janeiro de 2011

PARAÍSO FISCAL!!!

FORA DA LEI!!!
GUARUJÁ SE TRANSFORMA EM PARAÍSO FISCAL. AQUI  MICROEMPRESAS GANHAM LICITAÇÕES DE MILHÕES, APESAR DA LIMITAÇÃO DE FATURAMENTO FEDERAL


COM A PALAVRA A RECEITA FEDERAL DO BRASIL E SECRETARIA ESTADUAL DA FAZENDA...

clique aqui p/ ampliar

TUDO ISSO COM A BENÇÃO DA PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO E O FANTÁSTICO DEPARTAMENTO DE LICITAÇÕES E JURÍDICO!

SERÁ QUE O LEÃO DA RECEITA FEDERAL FOI DOMESTICADO NO GUARUJÁ?

terça-feira, 9 de junho de 2009

CERCO CONTRA DOAÇÕES ILEGAIS SE FECHA........

Cerco a doações ilegais põe quase 4 mil contribuintes sob suspeita

Representações do Ministério Público podem render milhões em multas e proibição de trabalhar para Poder Público


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em conjunto com a Receita Federal, iniciou no mês passado uma cruzada contra doações acima do limite legal. Enviou relatório às Procuradorias Regionais Eleitorais de todo o País, que confirmaram irregularidades e já ajuizaram 3.984 representações contra empresas e pessoas físicas que contribuíram com candidatos e partidos nas eleições de 2006.

O argumento central dos processos tem como base os artigos 23 e 81 da Lei Eleitoral, segundo os quais empresas não podem doar para candidatos valor acima de 2% de seu faturamento no ano anterior. No caso de pessoas físicas, o valor não pode ultrapassar 10% dos rendimentos declarados no Imposto de Renda. O resultado das representações pode render milhões em multas, que serão encaminhadas aos fundos partidários e à própria Justiça Eleitoral.


Para exemplificar a situação, um doador que fez uma doação de R$ 10.000,00, deve ter declarado obrigatóriamente a Receita Federal do Brasil rendimento equivalente a no minimo R$ 100.00,00, e assim consecutivamente. Existem situações de doadores na Baixada Santista que entregaram Declarações de Isentos a Receita Federal do Brasil.

Os critérios para aplicação das multas - que vão de cinco a dez vezes o valor da doação que excedeu o limite legal - variam de um Estado para outro. O procurador regional eleitoral Pedro Paulo Grubits acredita ter encontrado a fórmula ideal. "Quanto mais díspar for o valor da doação do valor apresentado à Receita, maior chance de caixa 2", afirmou.

A multa mais polpuda do País está nas mãos da procuradoria paulista. Uma empresa teria doado pelo menos R$ 5 milhões acima do limite permitido por seu faturamento declarado. Se o Ministério Público solicitar punição máxima, a multa pode chegar a R$ 50 milhões. 

Apesar de a iniciativa ter reflexos diretos no modelo atual de doações de campanha - deputados já demonstraram preocupação com suas receitas nas próximas eleições -, os procuradores garantem que a ideia não é inibir as contribuições. É apenas aplicar a lei. "É estabelecer um marco de conduta. Evitar o abuso de poder econômico e a desigualação de candidatos", avalia Luiz Carlos Gonçalves, procurador regional eleitoral em São Paulo.

Além disso, segundo os procuradores, as representações criam meios para estudar crimes paralelos às doações irregulares, já que existem indícios de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. 


"Isso vai permitir averiguar se as pessoas declaradas realmente existem. Determinar inquérito e abrir investigação para apurar se houve crime de falsidade", afirmou João Gabriel Morais de Queiroz, procurador regional eleitoral. "Há doações de pessoas que em tese teriam morrido, portanto alguém agiu em seus nomes", acrescentou o procurador regional eleitoral, Cláudio Gusmão. 

De acordo com Gusmão, o problema é semelhante com pessoas jurídicas. "Existe ainda um alto índice de empresas que não estavam em atividade no ano anterior à eleição", lembrou o procurador.


Ao todo, cada Estado recebeu cerca de 500 casos para análise. São Paulo é a exceção. Além de liderar o volume de representações, com 2.321 ajuizadas até sexta-feira, o Estado ainda analisa mais de mil casos. Os julgamentos devem começar em agosto.