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sábado, 25 de maio de 2013

DECRETO DE MÁRCIA ROSA ENLOUQUECERÁ MOTORISTAS!

PREFEITA DE CUBATÃO MÁRCIA ROSA (PT), CONTRIBUI MUITO PARA NA PRÓXIMA SEMANA, MOTORISTAS ENLOUQUECEREM NAS RODOVIAS LOCAIS!
CUBATÃO LIMITA HORÁRIO DE PÁTIO DE CAMINHÕES.


A prefeita de Cubatão, Márcia Rosa, determinou ontem à tarde, por meio de um decreto municipal, a redução do horário de funcionamento dos dois únicos pátios usados para regular o acesso de caminhões ao porto de Santos.

Os pátios da Elog e do Rodopark, localizados na cidade, só poderão funcionar das 8h às 18h. A decisão, que começa a valer na próxima segunda-feira, deve gerar ainda mais confusão na rodovia Cônego Domênico Rangoni, antiga Piaçaguera-Guarujá.

Hoje, os dois estacionamentos possuem 1.650 vagas e funcionam 24 horas. O uso rotativo dessas vagas permite a passagem de mais de 3.500 caminhões por dia.

Com a restrição, a tendência é que os caminhões não tenham lugar para aguardar vagas nos terminais.

"Essa decisão é uma provocação. Sabemos que a situação vai piorar nos primeiros dias, mas isso vai exigir uma solução definitiva para esse problema que afeta a cidade de Cubatão", disse José Eduardo Limonge, procurador-geral do município.

A decisão de restringir a operação dos pátios foi tomada pela prefeita em meio a um processo de cassação que ela enfrenta na Justiça Eleitoral.

CAOS
A supersafra de grãos tem criado desde o início do ano uma rotina de congestionamentos na principal rodovia da Baixada Santista, a Piaçaguera, que interliga Santos, Cubatão e Guarujá. Ontem, filas de 11 quilômetros interromperam a circulação de veículos na região.

A Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) reagiu com preocupação à decisão da cidade de Cubatão.

"A companhia entende que a medida compromete a logística de acesso aos terminais e não entende de que forma a limitação no horário de funcionamento dos pátios reguladores reduzirá impactos no município", diz, em nota.

A companhia Docas exige que terminais de granéis em Santos contratem vagas nos pátios para os caminhões.

Esses espaços funcionam como "pulmões" e evitam que caminhões rumem para a área portuária sem horário marcado para descarregar.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 29 de março de 2013

A PROVA DA INCOMPETÊNCIA!

A LIÇÃO QUE FICA PARA A POPULAÇÃO É: "PROMETER E FALAR É FÁCIL, ADMINISTRAR É COISA PARA PESSOAS COMPETENTES PREFEITA!"
OPERAÇÃO ESPECIAL, QUATRO ANOS PROMETENDO PÁTIO DE CAMINHÕES, MUDANÇAS NO PROJETO DA PERIMETRAL, VIADUTOS, PONTES, TÚNEL E A VERDADE É SIMPLES E CLARA: "ESTAMOS PERDIDOS NA ILHA DE SANTO AMARO"


terça-feira, 26 de março de 2013

ESTADO CUSTEARÁ NOVO ACESSO!


APAGÃO LOGÍSITICO, CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA

O APAGÃO LOGÍSTICO NOS PORTOS


Apagão logístico, crônica de uma morte anunciada

Volto hoje à carga a respeito do caos na logística de produtos agrícolas que vamos viver este ano. A gravidade da situação está perfeitamente ilustrada na fila de 25 quilômetros de caminhões na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, esperando 70 horas para descarregar no Porto de Santos e infernizando também a vida dos que vão para o Guarujá ou para o Litoral Norte.

Não dá para dizer que esse caos seja uma surpresa conjuntural imprevisível. Nos últimos 12 anos a safra brasileira de grãos dobrou de tamanho, enquanto a logística praticamente nada mudou. O que estamos assistindo é à "crônica de uma morte anunciada", após duas décadas de descaso, legislação anacrônica, instalações precárias, burocracia infernal, reserva de mercado e corporativismo endêmico. Enquanto no Brasil o principal modal é o caminhão rodando milhares de quilômetros em estradas esburacadas (55% da distribuição de grãos), nos EUA, nosso maior concorrente, hidrovias construídas há mais de 80 anos nos Rios Mississippi, Missouri e outros respondem por 60% do transporte de grãos.

Hoje nosso maior gargalo está nos portos. A logística portuária começou mal este ano, com 27 dias parados por causa de chuvas - o carregamento dos navios é feito a céu aberto e qualquer indício de chuva interrompe a operação. Além disso, em decorrência da quebra da safra americana, o Brasil tornou-se o maior exportador mundial de milho - com 25 milhões de toneladas exportadas, ante 8,5 milhões na safra passada. Esse imenso volume de milho está atrasando os embarques de soja, que, por sua vez, vão afetar os embarques de açúcar a partir de abril e de milho safrinha a partir de julho. Na semana passada a fila para carregar soja nos portos brasileiros superou 200 navios, 80 mais do que no mesmo período do ano passado.

De março a julho vamos ter de escoar 7,2 milhões de toneladas por mês de soja e milho pelos portos, valor 25% superior ao do mesmo período do ano passado. Não é difícil prever que esses quatro meses serão um caos, principalmente se chover demais, já que estaremos operando muito próximos da capacidade máxima dos portos. Outra agravante é a nova lei dos caminhoneiros - que determina paradas obrigatórias dos caminhões a cada quatro horas, com jornada máxima diária de 11 horas -, além do problema da falta de caminhoneiros, estimado em 50 mil a 100 mil profissionais. Outro grave problema é a deficiência de armazéns, uma vez que só conseguimos estocar 65% dos grãos produzidos no País. Ao contrário do que ocorre nos nossos principais competidores, no Brasil o caminhão tornou-se um "armazém sobre rodas", porque não tem onde colocar o produto e na safra a única solução é a carreta na fila de espera para o porto.

Portanto, no curto prazo a única variável de ajuste possível serão novos aumentos de fretes, destruindo a rentabilidade de produtores e traders. Dez anos atrás, o custo de frete no Brasil era duas vezes superior ao da Argentina e dos EUA. Este ano, numa visão otimista, será, no mínimo, quatro vezes superior (mais de US$ 100/t, ante cerca de US$ 25/t nos nossos concorrentes), chegando a ser cinco, sete vezes maior para as regiões mais distantes do Cerrado.

Não é de espantar, portanto, que um grande importador chinês tenha cancelado o carregamento de 33 navios de soja, trocando o suprimento brasileiro pelo da Argentina. Os chineses são extremamente oportunistas nessa hora e, obviamente, utilizam esse recurso para renegociar os seus contratos em melhores termos. Mas a culpa não é deles, é nossa!

A única solução para o caos logístico encontra-se no médio e longo prazos e se chama investimento maciço. Precisaríamos investir pelo menos R$ 40 bilhões no sistema portuário, montante quase três vezes maior que a soma prevista nos programas PAC-1 e PAC-2. Um dos caminhos mais importantes para isso seria a aprovação da Medida Provisória 595, a "Lei dos Portos", ora em tramitação no Congresso Nacional. No entanto, diversos itens do projeto ainda mostram fortes controvérsias entre os vários grupos de interesse envolvidos.

São eles: 
1) A distinção entre os terminais dentro da área do "porto organizado" e os terminais de uso privado (TUPs) fora dela, incluindo a redefinição dos limites geográficos de cada porto, chamados de "poligonal", um tema extremamente polêmico; 
2) a redefinição das licitações para concessões ou arrendamentos, agora com base no critério de modicidade tarifária (maior movimentação com a menor tarifa); 
3) o tratamento a ser dado aos terminais de uso privativo hoje existentes dentro de portos organizados, principalmente o dilema do encerramento versus prorrogação dos contratos de arrendamento atuais; 
4) o fim da distinção entre movimentação de "carga própria" e "carga de terceiros" como elemento essencial para a exploração das instalações portuárias autorizadas; 
5) a nova organização institucional dos portos e a redefinição do poder concedente nas concessões; 
6) o compartilhamento de infraestruturas; e 
7) o tratamento diferenciado para trabalhadores portuários.

O fato é que, no campo, fizemos muito bem a nossa lição de casa. A produtividade total dos fatores (terra, trabalho e capital) da agricultura brasileira é a que mais vem crescendo no mundo: 3,6% ao ano desde 2000. Mas a logística está destruindo tudo o que foi conquistado dentro das fazendas, não apenas no exemplo dos grãos, mas também do açúcar, das carnes e de outras commodities, hoje igualmente "engargaladas".

Infelizmente, temos de nos conformar com o fato de que o "apagão" da logística chegou. Neste momento, além de rezar muito para que ele não seja total, deveríamos concentrar-nos na aprovação urgente dos marcos regulatórios e dos investimentos necessários para escapar dessa calamidade. E isso ainda vai demorar alguns anos

* Marcos Sawayajank é especialista em Agronegócio e Bioenergia. Foi presidente da Única e do Ícone. Colunista do Jornal Estado de São Paulo

sábado, 23 de março de 2013

30 DIAS DE CAOS NA RODOVIA!

EQUIPE DA REDE RECORD É SURPREENDIDA NO CONGESTIONAMENTO DA RODOVIA CÔNEGO DOMÊNICO RANGONI.
CAOS NA RODOVIA JÁ CHEGA AOS 30 DIAS E NÃO ENXERGAMOS POSSIBILIDADE DE SOLUÇÃO AO IMENSOS CONGESTIONAMENTOS QUE RETEM MOTORISTAS POR MAIS DE QUATRO HORAS NA RODOVIA.


MAS O GOVERNADOR CHEGOU DE HELICÓPTERO NO HOTEL JEQUITIMAR!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O CALVÁRIO CONTINUA!

AMANHÃ É SEGUNDA-FEIRA, TODOS PRONTOS PARA O SOFRIMENTO?
DUÍNO NÃO FECHOU A CIDADE, OS CAMINHÕES CONTINUAM ENTRANDO E AMANHÃ TEMOS QUE LEVAR AS CRIANÇAS NAS ESCOLAS. DEUS TENHA PIEDADE DE NÓS!