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sábado, 28 de março de 2015

PREFEITA DECLARA QUE PREFEITURA DE GUARUJÁ NÃO PODE PAGAR 6 MILHÕES DE PRECATÓRIOS!


PREFEITA DE GUARUJÁ EM ENTREVISTA À TRIBUNA, MOSTRA SUA VEIA DE COMEDIANTE PÚBLICA!
por Manoel Inconfidente Vergara

Olá amigos Inconfidentes, inicialmente gostaria de nos desculpar por estar falhando com nossos leitores, mas infelizmente acometido da famosa "doença silenciosa", não é sempre que consigo atualizar nossas tribunas, mas vamos lá.

Falar o que penso desta senhora, infelizmente as leis e seus advogados pagos com nossos impostos não me permite, afinal a Prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), saberá quando sair ou for expulsa do governo quanto custa pagar um advogado, no momento ela vem trocando serviços, mas o tempo mostrará.

A Rede Bandeirantes de Televisão sem duvida alguma já tem um substituto ao comediante Rafinha Bastos (Agora é Tarde), que vem anunciando que foi demitido da rede, afinal a Prefeita de Guarujá que nunca teve e não terá um voto da minha família é uma comediante nata.

Declarar ao jornal A Tribuna que a nossa prefeitura não pode pagar cerca de 6 milhões por mês de Precatórios é uma verdadeira piada, de mal gosto por sinal.

Com um orçamento anual de quase 1,3 Bilhões, esta senhora vem mantendo uma IMUNDA folha de comissionados, gafanhotos, que ninguém sabe absolutamente o que fazem realizam, além de defender o governo mais corrupto na história desta cidade pelas Redes Sociais.

Com mais de 570 comissionados, uma folha de pagamentos desta turma estimada em mais de 150 milhões ao ano, a Prefeita de Guarujá deve estar zombando novamente da população e do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Juntando os contratos absurdos da G.P Segurança, Terracom, Stratégia Consultores e alguns da Merenda Escolar, certamente a divida de mais de 500 milhões de Precatórios já estariam pagas há muito tempo.

Nossa sugestão é que a Prefeita de Guarujá administre melhor as multas e fique de olho no seu quintal, afinal comenta-se pelas esquinas da cidade que pessoas próximas a prefeita, estão ganhando muito dinheiro com as irregularidades das Torres de Telefonia Celular na cidade, será verdade?

domingo, 8 de março de 2015

PODEM COMEMORAR VEREADORES AMIGOS, O PAGAMENTO SAIU!!

PODEM COMEMORAR VEREADORES AMIGOS, O PAGAMENTO SAIU EM BRASILIA!
NO GUARUJÁ, JÁ TEM ASSESSOR PARLAMENTAR FEDERAL DANDO CARTEIRADA EM EMPREITEIRA NO ITAPEMA.


DAR O PODER AO POVO DE GUARUJÁ JULGAR UM POLÍTICO CORRUPTO É DAR A CHAVE DO ARMÁRIO DOS REMÉDIOS A UM VICIADO.

domingo, 1 de março de 2015

PRECATÓRIOS: A BENGALA DE UM GOVERNO IMORAL E CORRUPTO EM GUARUJÁ!

PRECATÓRIOS MUNICIPAIS: A DESCULPA DA PREFEITA PARA UM GOVERNO IMORAL E CORRUPTO EM GUARUJÁ!
QUANTO REPRESENTA O PAGAMENTO DE 4,5 MILHÕES EM UM ORÇAMENTO DE 1,26 BILHÕES? O PAGAMENTO DOS PRECATÓRIOS SERIAM O VERDADEIRO MOTIVO DA NÃO COMPRA DE MEDICAMENTOS À CIDADE, BEM COMO A ZELADORIA? POR QUE A PREFEITA NÃO FALA SOBRE A MILIONÁRIA FOLHA DE PAGAMENTO DOS COMISSIONADOS DO PMDB OU DOS CONTRATOS SUPERFATURADOS DA PREFEITURA DE GUARUJÁ QUE PAGARIAM TRANQUILAMENTE OS PRECATÓRIOS? O GOVERNO DOS PINÓQUIOS CONTINUA TENTANDO ENGANAR O POVO.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 30 de julho de 2014

PREFEITO BILI, MANDE PAGAR A EMPRESA!

PREFEITO BILI, MANDE PAGAR A EMPRESA!
EMPRESA ENTRA COM REPRESENTAÇÃO NO TRIBUNAL DE CONTAS PARA RECEBER DA PREFEITURA DE SÃO VICENTE. TCE AFIRMA QUE NÃO É O FORO RESPONSÁVEL, SOBRA O SPC E O SERASA PARA O "SUPOSTO" CALOTE DO GOVERNO QUE PROMETEU MUDAR A CARA DE SÃO VICENTE.


"A VITÓRIA DE UMA FAÇÃO POLÍTICA É ORDINARIAMENTE O PRINCÍPIO DA SUA DECADÊNCIA PELOS ABUSOS QUE A ACOMPANHAM."

quarta-feira, 23 de abril de 2014

PRECATÓRIOS: A VERDADE SOBRE OS JUROS

PRECATÓRIOS: A VERDADE SOBRE OS JUROS
LEIAM O QUE A PROFESSORA DE QUÍMICA NÃO SABE E A PREFEITA DE GUARUJÁ NÃO QUER CONTAR!


Como nossa "querida" Prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), nesta semana mais uma vez gastou nosso suado dinheirinho dos impostos, para distribuir os seus releases pela imprensa, leiam mais falácias da nossa prefeita no link do jornal Diário do Litoral (clique aqui), nos resta mais uma vez, desmascarar o mantra que vem sendo cantado pela Alcaide sobre os famigerados Juros dos Precatórios. A matéria é muito interessante, principalmente as pessoas que tem Precatórios alimentares à receber da prefeitura de Guarujá, a qual nossa prefeita "prega o calote" e vem com manobras políticas, dificultando o pagamento.

Quando o assunto é ‘Precatórios’, especialmente os provenientes de ações de desapropriação, é inacreditável a semelhança entre as declarações dos chefes do poder executivo nas esferas Federal, Estadual e, principalmente, Municipal. Todos, sem exceção, culpam os juros incidentes sobre os mesmos, como o único responsável pelos valores absurdos devidos pelos entes governamentais. Dessa forma, tentam se eximir da parcela de culpa que lhes cabe.

Convém lembrar que os precatórios de “Outras Espécies” são constituídos basicamente por valores decorrentes de desapropriações compulsórias de imóveis, efetuadas pelo poder público por necessidade, utilidade pública ou interesse social. E que deveriam ser feitas mediante prévia e justa indenização, paga em dinheiro. (Dec. Lei 3.365 de 21/06/41, Art. 5º inciso XXIV; artigo 182, III e artigo 184 da CF). É bom lembrar, também, que se as normas acima citadas fossem cumpridas, na íntegra, não haveria a figura do precatório decorrente de desapropriações, cujos valores, sem dúvida, compõem a maior parte das dividas de precatórios.

Isso porque, nas ações de desapropriação, normalmente as fazendas públicas são condenadas ao pagamento do principal, devidamente corrigido, acrescido de juros compensatórios de 12% ao ano, destinados a compensar a perda do bem e a renda proveniente dele, quer pela atividade econômica como a exploração como estacionamento, por exemplo; quer pela perda do aluguel de imóvel residencial e ou comercial. Incidem, ainda, juros moratórios de 6% aa., pelo atraso da liquidação do debito, além de honorários advocatícios e despesas judiciais de reembolso.

É necessário registrar, ainda, que pelo Brasil afora, existem inúmeras áreas desapropriadas, cujos projetos não foram executados, e, portanto, geraram uma despesa desnecessária e às vezes absurda aos cofres públicos. E que o vultoso montante devido pelos entes governamentais em precatórios de desapropriação vem sendo acumulado há décadas, em decorrência tanto de parte do executivo como de parte do judiciário.

Ora, o executivo quando efetuava as desapropriações, solicitava ao judiciário a imissão provisória da posse do imóvel, sem que o valor justo fosse pago, previamente e em espécie, como previsto na legislação. Normalmente, efetuava-se o depósito do pífio valor venal atribuído ao imóvel a ser desapropriado e a solicitação, atendida pelo judiciário, dava início ao ciclo dos precatórios.

Também vale lembrar que normalmente, a sentença final de uma ação de desapropriação previa a atualização monetária do valor atribuído ao imóvel pelo perito judicial, desde a data do laudo apresentado até a data da conta homologada. Portanto, sobre o valor atualizado, deveriam ser acrescidos: juros compensatórios de 12% ao ano contado da data da imissão na posse (Súmulas 618 do STF e Súmulas 69; 113 e 114 do STJ); juros moratórios de 6% ao ano, contados do transito em julgado (Súmula 70 do STJ), além da cumulatividade dos juros moratórios sobre os juros compensatórios, sem que esse procedimento caracterizasse “anatocismo” (Súmula 102 do STJ) ou em bom português, incidência de juros sobre juros.

Previa também a inclusão dos juros compensatórios e moratórios no cômputo da base de cálculo dos honorários advocatícios (Súmula 131 do STJ). Considerando que o valor da oferta inicial era insignificante, é óbvio que o saldo devido a pagar já era significativo. Além disso, os juros compensatórios iriam ser contados por vezes sobre décadas, desde a imissão da posse até a data da homologação dos cálculos. Some-se a isto os juros moratórios, contados desde o trânsito em julgado até a data da homologação dos cálculos. Sucumbência em honorários advocatícios, devidos ao advogado, engorda o já astronômico valor devido ao credor do precatório.

E ainda tem mais. Some-se a isso, a atualização dos valores homologados e a aplicação em continuidade dos juros determinados em sentença, contados desde a data da homologação dos cálculos, até a data efetiva do pagamento, que na maioria das vezes nunca aconteceu.
Somente para se ter uma idéia, vejamos um exemplo. Uma desapropriação cujo depósito inicial foi de Cr$ 12.300.000,00, efetuado em 21/04/93; valor do imóvel fixado em acórdão para 20/08/95 – R$ 2.416.288,02; data da imissão da posse: 30/04/93; data do transito em julgado 30/11/96 e honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da condenação. Nesse caso, o valor do imóvel corrigido até 31/05/07 é de R$ 5.556.555,41; o valor da oferta inicial corrigido para 31/05/07 monta em R$ 556.555,41. Deduzindo-se o valor corrigido da oferta inicial do valor corrigido do bem desapropriado, temos como devido o valor remanescente de R$ 5.000.000,00, válido para 31/05/07.

Após a elaboração dos cálculos, chega-se aos seguintes valores: juros compensatórios R$ 8.450.000,00; juros moratórios cumulativos R$ 8.473.500,00. Já o valor devido em honorários advocatícios é de R$ 2.192.350,00. Ora, o valor total devido na data de 31/05/07, acreditem, é de R$ 24.115.850,00. Note-se que o total dos juros correspondem a 70,18% de R$ 24.115.850,00, ou seja, R$ 16.923.500,00. O valor de R$ 24.115.850,00 parece a primeira vista um montante absurdo, porém, é necessário enfatizar que se o valor justo tivesse sido pago, não haveria dívida.

Em diversos processos, há juízes que não se limitam apenas a negar a imissão da posse ao executivo, como também exigem, uma avaliação pericial previa do valor real e o correspondente depósito, para somente depois, deferir a imissão solicitada. Nesses casos, normalmente não há emissão de precatórios, por não haver saldo a favor do desapropriado, ou se houver, o valor devido é mínimo. Também, não há incidência de juros de nenhuma natureza. Esse procedimento correto põe por terra a idéia de que os juros é que originam a maior parte da dívida de precatórios.

A verdade é que a falta de planejamento do executivo e principalmente, a falta de uma ação mais austera por parte do judiciário é que geram os valores tidos como absurdos pelo executivo. Se o judiciário exigisse do ente governamental, o pagamento do valor devido de acordo com as normas legais para conceder a “imissão na posse”, com certeza essa situação não existiria.

Infelizmente, ainda se insiste na tese de que o povo é que é o maior prejudicado por arcar com os juros exorbitantes das ações de desapropriações e se tenta-se passar a impressão de que os desapropriados são os culpados pelas dívidas de precatórios dos governos que os mesmos são beneficiários das desapropriações feitas pelos chefes do poder executivo, que no afã de construir, muitas vezes, obras totalmente desnecessárias em detrimento de ações mais benéficas para a população, empurram a responsabilidade para os credores.

Fonte: Juarez Lopes dos Santos
Perito em cálculos judiciais, especializado em precatórios

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

ASSALTO


ASSALTO

- Alô? Quem tá falando?
- Aqui é o ladrão. 
- Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo refém. 
- Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá tudo amordaçado. 
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
- Bom... Sabe o que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro.. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas , será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
-Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não... Já falei... Eu sou... Peraí bacana... Hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(...um minuto depois)
- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Incrive por quê? Tu achava que era menos?
- Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô  impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
- Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no
gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica de nada, já tá tudo acertado!
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(de repente, ouvem-se tiros e gritos)
- Ih, sujou! Puliça!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado...)
- Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

Luís Fernando Veríssimo

sábado, 14 de dezembro de 2013

GREVE DE RECEBIMENTO, TERRACOM?

A TERRACOM ESTÁ DE GREVE OU NÃO ESTÃO PAGANDO A COLETA DE LIXO?
LIXO ACUMULA PRÓXIMO A UNAERP ESPERANDO A CHUVA PARA CAUSAR ALAGAMENTOS A POPULAÇÃO PRÓXIMA AO BAIRRO. A ZELADORIA DO GOVERNO MARIA DE BRITO DO PMDB É COISA INIGUALÁVEL NO PAÍS.


GOVERNO MARIA DE BRITO: QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MÉDICOS VASCULARES PARAM NO HSA?

COM A PALAVRA O HOSPITAL SANTO AMARO E O Dr. URBANO BAHAMONDE!
"RUMORES E BURBURINHOS" NA CIDADE, DÃO CONTA QUE A EQUIPE DE VASCULARES DO HOSPITAL SANTO AMARO PAROU NESTA MANHÃ, O MOTIVO SERIA O ATRASO NOS SALÁRIOS DEVIDO AO NÃO PAGAMENTO DOS ATRASADOS PELA PREFEITURA DE GUARUJÁ. SERÁ QUE REALMENTE É VERDADE AMIGOS E VEREADOR HUGO DUPPRE (PSDB)?


REALMENTE EM GUARUJÁ, DEUS DÁ PLANTÃO DE 24 HORAS SEM VENCIMENTOS!

sexta-feira, 22 de março de 2013

OS PRECATÓRIOS ASSOMBRAM A PREFEITA!

POIS É PREFEITA MARIA ANTONIETA, PIMENTA NO "ORKUT" DOS OUTROS PREFEITOS É REFRESCO NÃO É MESMO?
PREFEITA QUE ADORA SE GABAR DA APROVAÇÃO DAS CONTAS PÚBLICAS, COMEÇA A "ANDAR DE FRALDAS" COM A POSSIBILIDADE DOS PRECATÓRIOS VOLTAREM AO ESTADO ANTERIOR, SEREM PAGOS POR POLÍTICOS QUE ACABARAM INVENTANDO ESTA MODALIDADE DE CALOTE PÚBLICO. SERÁ QUE A PREFEITA DE GUARUJÁ QUE PRATICAMENTE NÃO PAGOU NADA TERÁ CHANCE DE APROVAR SUAS CONTAS E GASTAR MILHÕES DE REAIS EM PUBLICIDADE PARA CONTAR VANTAGENS NA IMPRENSA?


AFINAL PELO DISCURSO DA PREFEITA, OS PROPRIETÁRIOS DE PRECATÓRIOS NÃO TEM DIREITO DE RECEBE-LOS!

terça-feira, 19 de março de 2013

CALOTE NO POVO!

PREFEITA DE GUARUJÁ NÃO QUER PAGAR OS PRECATÓRIOS CONFORME DETERMINA A LEI E DÁ O GRITO AS MARGENS DO RIO SANTO AMARO:

"VIVA O CALOTE, VIDA LONGA AOS POLÍTICOS!"


ENQUANTO ISSO MILHARES DE PESSOAS COM PRECATÓRIOS ASSISTEM PREFEITOS COMO ANTONIETA INCHAREM A MÁQUINA PÚBLICA COM APANIGUADOS PAGOS A PESO DE OURO E PODERÃO UTILIZAR OS PRECATÓRIOS COMO PAPEL-HIGIÊNICO!