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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

OPERAÇÃO LAVA-JATO AMEAÇA TÚNEL SUBMERSO SANTOS-GUARUJÁ.

OPERAÇÃO LAVA-JATO AMEAÇA TÚNEL SUBMERSO SANTOS-GUARUJÁ.

CONSÓRCIOS QUE DISPUTAM A OBRA TIVERAM A NOTA DE CRÉDITO REBAIXADA PELA AGÊNCIA FITCH OU ESTÃO EM OBSERVAÇÃO NEGATIVA PELA CLASSIFICADORA DE RISCO


O túnel submerso que ligará as cidades de Santos e Guarujá pode ser indiretamente impactado pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Três dos quatro consórcios que disputam a obra são liderados por construtoras citadas na operação e que devem enfrentar dificuldade para acessar crédito no mercado. A obra está orçada em R$ 2 bilhões. As informações são do site Valor Econômico. O Diário do Litoral, dezembro do ano passado, também noticiou que empresas investigadas na operação da PF disputam túnel Santos-Guarujá.

Recentemente, algumas delas tiveram a nota de crédito rebaixada pela agência Fitch (OAS e Queiroz Galvão) ou estão em observação negativa pela classificadora de risco (Odebrecht e Andrade Gutierrez) devido à preocupação com os impactos das investigações nos negócios das empresas. A Constran, da UTC, é a única entre as citadas que não é monitorada pelo mercado.

A licitação, deflagrada antes do estouro da Lava-Jato, é conduzida pela Desenvolvimento Rodoviário (Dersa), estatal ligada ao governo do Estado de São Paulo. As propostas comerciais serão apresentadas no dia 2 de fevereiro. Ganhará quem oferecer o menor preço.

Os consórcios são integrados por empresas estrangeiras com experiência em construção de túneis imersos em ambientes portuários – inédito no Brasil. São eles: ISG Interligação Santos-Guarujá (Andrade Gutierrez, Daewoo e CR Almeida); Nova Travessia (Constran, Ing. E. Mantovani e Piacentini Tecenge do Brasil); Túnel Santos-Guarujá (Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS e Strukton); e Sigma (J.Malucelli Construtora de Obras, Grandi lavori e Salini Impregilo). O último é o único liderado por uma empreiteira brasileira que não foi citada na operação da PF.

O consórcio liderado pela Odebrecht é o que concentra mais empresas envolvidas na investigação da PF. A OAS está em dificuldade financeira e avalia a venda de ativos e até o pedido de recuperação judicial.

Procurada, a Odebrecht disse que não faz comentários sobre processos licitatórios em andamento e que “os negócios com participação da Odebrecht prosseguem normalmente”. As demais citadas na Lava-Jato não quiseram se manifestar.

Por conta do risco inerente a um empreendimento desse porte, a garantia da execução do túnel é a mais alta prevista na legislação: 10% do valor proposto pelo vencedor. Tem de ser depositada apenas pelo licitante vencedor após a homologação do resultado e previamente à assinatura do contrato. O contrato só pode ser assinado depois de comprovado o depósito.

Não há registros recentes, na Dersa, de fixação da garantia no patamar máximo. Em projetos anteriores, como Rodoanel Sul, Nova Marginal Tietê, Jacu-Pêssego Sul, Rodoanel Norte e Nova Tamoios, o percentual foi fixado em 5%.

Segundo o presidente da Dersa, Laurence Casagrande Lourenço, a exigência de garantia máxima não tem relação com a Lava-Jato. A indicação de que seria exigida a garantia máxima era conhecida já no meio do ano passado. “O edital é muito conservador no que tange a riscos existentes. Essa é uma obra típica de que o começo vai exigir mobilização forte de capital.”

Questionado se teme que o consórcio vencedor não consiga arcar com o investimento, Lourenço considera a hipótese pouco provável. “As regras da licitação fazem com que dificuldades financeiras de eventuais licitantes diminuam sensivelmente sua competitividade no certame. Por isso, não considero impossível a hipótese que, até o final da licitação, algum licitante em situação menos favorável decida não continuar no páreo.”

Para o diretor comercial da J. Malucelli, Celso Jacomel Junior, a exigência de garantia máxima é normal. “Temos percebido que tanto os órgãos e empresas públicas quanto as privadas querem maior segurança com relação ao comprometimento na entrega das obras licitadas. E por ser de alta complexidade, a lei permite que o percentual de garantia seja elevado, como acontece neste e em outros casos”.

Fonte: Conlicitação

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DUÍNO: "O SECRETÁRIO GARDELON!"

DUÍNO: "O SECRETÁRIO GARDELON!"
SECRETÁRIO DECLARA QUE LUTA PELO TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ DESDE 1983, MAS NÃO CONSEGUIU ENTREGAR O TÚNEL DA VILA ZILDA ILUMINADO! O SONHO DO SECRETÁRIO "GARDELON" DE OBRAS É A TERRACOM EMPREITAR A OBRA DO TÚNEL SUBMERSO, ISSO SIM!


NÃO PODEMOS ESQUECER QUE O SECRETÁRIO "GARDELON" DE OBRAS, FOI RESPONSÁVEL POR ATERRAR A MAIOR ÁREA DE MANGUE BA BAIXADA SANTISTA, O QUE SERIA HOJE O MAIOR CRIME AMBIENTAL NA HISTÓRIA DO PAIS, O CING, AQUELE DA SAIPEM!

sábado, 23 de agosto de 2014

CUSTO DO TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ SOBE R$ 688 MILHÕES

CUSTO DO TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ SOBE R$ 688 MILHÕES
INÍCIO DA OBRA FOI ADIADO PARA JANEIRO, DEPOIS QUE FINANCIAMENTO DO BID NÃO SAIU; GOVERNO ALEGA INFLAÇÃO ATÉ A DATA DE ENTREGA PREVISTA.


Um mês após cancelar a licitação do túnel Santos-Guarujá, no litoral sul paulista, por causa de um revés no financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), estatal responsável pela obra, aumentou em R$ 688 milhões o custo total do empreendimento, cujo início da construção foi adiado para janeiro de 2015. A conclusão está prevista para agosto de 2018.

No projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa na semana passada, solicitando aval para um novo financiamento para o projeto pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o governo Geraldo Alckmin (PSDB) informa que o preço final do túnel saltou de R$ 2,5 bilhões para R$ 3,2 bilhões, alta de 27%.

Segundo o presidente da Dersa, Laurence Casagrande, a maior parte do aumento se deve a uma atualização do custo pela inflação. "Quase tudo é custo inflacionário. A data-base do projeto anterior era setembro de 2012. Nós atualizamos para junho de 2014. Além disso, incluímos a estimativa de reajustes futuros, com uma inflação anual de 6% até a conclusão da obra, em 2018, porque agora o financiamento do BNDES é em real. Antes nós estávamos protegidos desse efeito inflacionário porque os recursos do BID eram em dólar", disse.

O banco estrangeiro financiaria 42% do túnel, mas acabou cancelando o empréstimo por discordar de uma cláusula do edital que exigia a participação de ao menos duas empresas brasileiras no consórcio vencedor. Agora, o BNDES financiará 72,6% do túnel e a Dersa teve de adequar a nova licitação à legislação brasileira. Só de reajustes futuros, a obra deve encarecer em R$ 384 milhões. Outra parcela do aumento se deve a "ajustes de projeto". De acordo com Casagrande, um levantamento mais minucioso mostrou que o número de famílias que serão desapropriadas e precisarão ser reassentadas pela Dersa subiu de 1.190 para 1.446, elevando o custo em R$ 137 milhões.

Ponte
Só o acréscimo no custo do túnel equivale ao valor total que o próprio governo paulista estimava gastar na construção de uma ponte estaiada ligando as duas cidades litorâneas: R$ 700 milhões. O ex-governador José Serra (PSDB) chegou a gastar R$ 1,3 milhão no projeto básico da ponte e a apresentar uma maquete da obra em março de 2010, quando era pré-candidato à presidência. A promessa era inaugurá-la em 2012.

Em seu primeiro ano de governo, em 2011, Alckmin abortou a ponte e anunciou a construção de um túnel que custaria R$ 1,3 bilhão. "A ponte não era consenso e apresentava alguns problemas técnicos. O projeto previa altura de 70 metros, quando se exige hoje o mínimo de 85 metros. Ela criaria um gargalo na zona portuária", explicou Casagrande.

O salto para os R$ 2,5 bilhões aconteceu, segundo o governo, por causa da ampliação das obras viárias de acesso e do uso de tecnologia inédita no País para a construção submersa, que usará estrutura pré-moldada. Segundo a Dersa, o custo específico do túnel, que terá 762 metros e pistas exclusivas para transporte coletivo e bicicletas, é de R$ 596 milhões.

A promessa é reduzir de 20 minutos para 1 minuto e 42 segundos o tempo médio de viagem entre Santos e Guarujá. Hoje, para ir de uma cidade a outra é preciso percorrer cerca de 40 quilômetros pela rodovia ou fazer a travessia do canal por oito balsas que têm capacidade para, no máximo, 40 veículos de pequeno porte. A limitação desse transporte chega a provocar mais de um quilômetro de fila de veículos durante a temporada de verão, quando a viagem demora mais de um hora.

História
A ligação seca entre Santos e Guarujá é uma demanda antiga e já foi projetada de diferentes formas nas últimas oito décadas. Segundo levantamento feito pela Dersa, o primeiro projeto, que previa a construção de um túnel no canal, foi feito por um engenheiro italiano em 1927. Vinte anos depois, o engenheiro Prestes Maia, ex-prefeito de São Paulo, elaborou três ligações no Plano Diretor de Santos concluído em 1947: duas pontes e um túnel.

Entre idas e vindas, o projeto atual parece ser o plano definitivo. De todas as obras propostas, é a única que chegou a obter licença ambiental prévia e iniciar licitação. Para o presidente da Dersa, o túnel é a obra mais moderna do Estado desde a inauguração da Rodovia dos Imigrantes, na década de 1970. O custo de R$ 3,2 bilhões equivale aos 43 quilômetros do Trecho Leste do Rodoanel.

Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 23 de junho de 2014

EMPRESÁRIO ACUSA O GOVERNO ALCKMIN DE FAVORECER INTERESSES AO ABANDONAR O PROJETO DA PONTE

"NEM A MAQUETE RESTA"

EMPRESÁRIO ACUSA O GOVERNO ALCKMIN DE FAVORECER INTERESSES ESCUSOS AO ABANDONAR O PROJETO DE UMA PONTE ENTRE SANTOS E GUARUJÁ


A construção de uma ligação seca entre as cidades de Santos e Guarujá, no litoral paulista, é uma promessa tão antiga quanto os congestionamentos enfrentados pelos motoristas que utilizam a balsa para fazer a travessia. Na década de 1970, o então governador Roberto de Abreu Sodré anunciou a construção de uma ponte. Não cumpriu a promessa, repetida ao longo de todas as eleições para governador desde então. Em 2010, na ânsia de provar sua capacidade administrativa, José Serra, candidato à Presidência da República, virou motivo de chacota ao inaugurar a maquete de uma ponte estaiada, orçada em cerca de 900 milhões de reais, com 4,8 quilômetros de pistas e o maior vão livre do País, para possibilitar a passagem de todas as embarcações que utilizam o Porto de Santos. “Vamos dar mais segurança para as pessoas e para os navios e mais rapidez, que são coisas fundamentais”, discursou Serra, ao lembrar o fato de a ponte ser a escolha mais segura.

Três anos após a inauguração na maquete, o projeto de Serra foi abandonado pelo seu companheiro de partido Geraldo Alckmin, que descartou a ponte e lançou o edital para a construção de um túnel submerso, orçado em 2,4 bilhões de reais. No entendimento dos técnicos da Dersa, estatal ligada à Secretaria de Logística e Transporte, a ponte seria inviável por interferir no espaço do cone de aproximação do aeroporto local. Em março deste ano, cinco consórcios inscreveram-se na disputa para construir em pouco mais de três anos o túnel com três faixas para cada sentido, caminho para pedestres e ciclistas e possibilidade de abrigar um VLT. Além da mudança no modelo, o governo, após realizar uma pesquisa de origem e destino, resolveu mudar o local da travessia. Há mais de cem anos realizada no local onde ficam as balsas, a travessia pelo túnel de 762 metros de extensão será feita entre o bairro Macuco, em Santos, e o linhão da Codesp, no Guarujá.


Mudanças de projetos, local e valores à parte, a novela parecia seguir para seus últimos capítulos não fosse a entrada em cena do autor do trabalho exposto na maquete inaugurada por Serra. Considerado o pai das pontes estaiadas no Brasil, o engenheiro Catão Francisco Ribeiro está disposto a colocar em risco seus negócios no estado de São Paulo para denunciar um suposto esquema de corrupção por trás da escolha do túnel. Formado pela USP, Ribeiro é responsável pelos projetos das principais pontes brasileiras e acumula prêmios pela complexidade de seus cálculos. Entre outras, fez o projeto das pontes estaiadas do Real Parque, Octávio Frias de Oliveira e da Estação Jamil Sabino, todas em São Paulo. Sobre os rios Negro (AM), Tocantins (TO) e Potengi (RN). Com base em seus estudos sobre a obra da Baixada Santista, Ribeiro pretende acionar a Polícia Federal para provar ser um descalabro a opção por um túnel de 2,4 bilhões de reais no lugar de uma ponte de 900 milhões e com a mesma capacidade funcional, segundo ele.


E como o túnel será construído com uma técnica inédita no Brasil, aponta Ribeiro, as empreiteiras enxergam na obra uma possibilidade de ganhar expertise, enquanto lucram com os aditivos necessários para superar o ineditismo da execução do contrato. O projeto foi desenvolvido por uma empresa holandesa. Dos consórcios inscritos na licitação, dois deles se associaram a companhias do país europeu: o Túnel Santos/Guarujá, formado pela Norberto Odebrecht, Queiroz Galvão e OAS, e o Construtor Túnel Santos/Guarujá das brasileiras Camargo Corrêa e Carioca Christiani-Nielsen com a espanhola Ferrovial Agroman. Além do custo da obra, o engenheiro garante ser a ponte mais indicada que o túnel, por causa dos seguintes quesitos: funcionalidade, manutenção, impactos ambientais, prazos de entrega e desapropriações. “O custo é muito menor, a arquitetura da ponte é uma obra de arte, enquanto o túnel fica escondido. Pode ter as mesmas utilidades que o túnel e elimina as balsas. Precisará de menos desapropriações e tem impacto ambiental menor. Ganha de 10 a zero.”

Sobre a inviabilidade por conta da altura da ponte, Ribeiro afirma ter sido a mudança de local apenas uma estratégia do governo. “É o interesse do empreiteiro prevalecendo. São grupos que saqueiam o Estado com a corrupção, patrocinados por agentes públicos corrompidos e interessados em criar dificuldades. Ao fazer esse túnel no lugar inadequado, viabilizaram a corrupção (entrevista à pág. 36).” O engenheiro também contesta a pesquisa de origem e destino realizada pela Dersa para optar pelo novo local. Segundo ele, a razão verdadeira para a mudança é o fato de a ponte no antigo local “acabar com uma mina de ouro, a balsa mantida pela Dersa”.

Em nota, a Dersa classifica como “levianas e mentirosas” as acusações de Ribeiro. “O mínimo que se espera é que cite os nomes ou encaminhe as supostas informações de irregularidades às autoridades.” Os estudos de origem e destino citados pelo engenheiro, informa a empresa, foram feitos com base em 7,5 mil entrevistas públicas e disponíveis a consultas. A respeito do projeto da ponte, a Dersa informa haver dúvidas quanto à sua localização, solução tecnológica de construção e aos impactos nas áreas urbanas. Na nova localização, argumenta a estatal, a ponte está inviabilizada pelas restrições impostas pela navegação aérea, que prevê altura máxima de 75 metros. A balsa continuaria a operar com menor volume, cerca de 80% do tráfego seria atraído para o túnel. Dos custos, informa, 1,9 bilhão de reais refere-se às obras, 360 milhões serão destinados às desapropriações e reassentamentos e 200 milhões às compensações ambientais e obras complementares de engenharia, supervisão e gerenciamento. Ribeiro promete levar as denúncias até as últimas consequências.

Fonte: Fábio Serapião - Revista Carta Capital

quarta-feira, 16 de abril de 2014

TRAVESSIA SANTOS-GUARUJÁ É UM LIXO!

USUÁRIOS DE BALSAS RECLAMAM DOS SERVIÇOS DE EMBARCAÇÕES ANTIGAS.
FALTA DE MANUTENÇÃO, COMO O CHÃO SUJO E O INTERIOR DA EMBARCAÇÃO TOMADO PELA FERRUGEM, É OUTRO PONTO APONTADO PELOS USUÁRIOS.


Sujeira, insegurança e péssimas condições de uso. Esses foram alguns dos problemas apontados por quem faz a travessia entre Vicente de Carvalho (distrito de Guarujá) e o Centro de Santos nas embarcações antigas.

A Reportagem de A Tribuna recebeu fotos de leitores que mostram os problemas frequentes encontrados na barca Itapema. Uma das queixas apontadas fica na rampa de acesso à embarcação. Com altura de um pouco menos de um metro, o local serve de "banco" para os usuários que não encontram lugar sentarem. Sem qualquer tipo de bloqueio, os degraus expõem os passageiros a uma possível queda no mar. Quem pega a barca diariamente garante que não há qualquer tipo de fiscalização dos funcionários para que retirem as pessoas dessa área.

Além disso, a falta de manutenção, como o chão sujo e o interior da embarcação tomado pela ferrugem, é outro ponto apontado pelos usuários.  "Já vi até mesmo baratas andando perto das janelas em uma ocasião", relata Lucivânia Santos, professora das redes municipais de ensino de Santos e Guarujá.

A docente, de 39 anos, faz o trajeto de segunda a sexta-feira para chegar às escolas em que trabalha e ainda diz que apelidou a embarcação de "lata flutuante" devido ao péssimo estado de conservação e limpeza. "Se estou sem pressa, evito pegar essa barca e espero a chegada de um dos novos modelos", declara a professora.

Calor

Os usuários também reclamam do forte calor que passam em dias mais quentes. Na hora do aperto, jornais e papéis viram abanadores para poder suportar as altas temperaturas.  Por muitas vezes, alguns até preferem se arriscar ao sentar na rampa de acesso, o que é proibido, na tentativa de pegar uma brisa.

Esses problemas ficam ainda mais evidentes quando a barca é comparada às novas lanchas de fibras que começaram a circular em abril do ano passado. Totalmente fechadas ao exterior, limpas e ainda equipadas com ar-condicionado e sistema interno de televisão, elas acabam correspondendo às expectativas dos usuários. Entretanto, apesar da enorme diferença de conforto e segurança entre os dois modelos, a tarifa de viagem é a mesma: R$ 1,15.

Resposta

Segundo a Dersa, empresa que administra a travessia, o valor não pode ser alterado, já que tarifa é cobrada pelo serviço prestado e as lanchas antigas são usadas apenas como contingência no caso de manutenção dos outros modelos.

A empresa declara que a embarcação Itapema só funciona com maior frequência durante a madrugada, quando não há um grande fluxo de passageiros. No entanto, a Reportagem apurou que a barca é utilizada diversas vezes durante o dia, inclusive  em horários de pico, como das 17h às 18h, em que estudantes seguem até as universidades de Santos e trabalhadores voltam de seus expedientes nas duas cidades.Para aqueles que esperam uma substituição total da frota, contando apenas com os novos modelos, más notícias. Os planos para o futuro das embarcações disponíveis para a travessia indicam que pelo menos três das sete barcas permanecerão antigas.

Sobre as condições de segurança, a Dersa afirma que há placas informativas e  faixa de segurança sinalizada no chão que alertam sobre o perigo de permanecer na rampa de acesso durante a viagem. Ainda segundo a empresa, não há conhecimento sobre casos de queda no mar. Já a limpeza do local ocorre regularmente no momento em que elas são retiradas do tráfego, com exceções dos horários de pico.

A empresa declara ainda que todas as embarcações em operação possuem o Certificado de Segurança de Navegação (CSN) vigente, emitido pela Capitania dos Portos, que atesta que ela apresenta plenas condições operacionais para navegação".

Fonte: A Tribuna On-Line

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O TITANIC DO ALCKMIN!

GOVERNADOR, SE OS NOVOS CATAMARÃS JÁ ESTÃO NESTE ESTADO, IMAGINE O TÚNEL SUBMERSO QUE O GOVERNO DE SÃO PAULO QUER CONSTRUIR, SOCORRO!
NOVOS CATAMARÃS QUE FAZEM A TRAVESSIA SANTOS-GUARUJÁ APRESENTAM DIVERSAS FISSURAS NO CASCO. DERSA DECLARA QUE É OS DANOS SÃO "ESTRUTURAIS", E NÃO APRESENTAM PERIGO, MAS PENSANDO BEM, ACHO QUE VEM POR AI A REFILMAGEM DO TITANIC.



VOCÊS JÁ IMAGINARAM O TÚNEL, O FAMOSO SUBMERSO COM FISSURAS?

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O TÚNEL DOS TUCANOS TÁ FAZENDO ÁGUA!

O TÚNEL DOS TUCANOS ESTÁ FAZENDO ÁGUA!!!!
LIMINAR SUSPENDE AUDIÊNCIAS SOBRE PROJETO DO TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ.


A juíza Ariana Consani Brejão Degregório Gerônimo, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Santos, concedeu liminar suspendendo as audiências públicas que a Dersa iria realizar nesta terça e quarta-feira para apresentar o projeto de construção de túnel Santos-Guarujá. 

O Desenvolvimento Rodoviário (Dersa), estatal de São Paulo, afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que irá se pronunciar oficialmente só no final do dia. A Cetesb, por sua vez, esclarece que está trabalhando para reverter os efeitos dessa liminar.  
A magistrada expediu a ordem, atendendo pedido em Ação Civil Pública proposta pelos promotores  do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA). Em ato simbólico, a Justiça também determina multa diária de R$ 500,00 caso a ordem seja descumprida.

“A reunião foi designada de forma açodada (instigada) sem prévia análise do EIA-Rima pela agência ambiental e finalização do projeto, o que implicará a apresentação à sociedade de projeto ainda não concluído e passível de modificação”, afirma a juíza no despacho disponível no site do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Encontros 
A construção do túnel submerso entre Santos e Guarujá seria discutida e esclarecida em duas audiências públicas realizadas nesta semana. Na Baixada Santista, as reuniões fazem parte do processo para que a obra obtenha o licenciamento ambiental. 

A primeira, ocorreria nesta terça-feira, a partir das 17 horas, na Arena Santos, que fica na Avenida Rangel Pestana, 184, Vila Mathias, em Santos.Na quarta-feira, no mesmo horário, moradores de Guarujá debateriam o tema. O encontro aconteceria Sociedade Esportiva Itapema (Socia), à Rua Agenor de Assis, 97. 

Uma audiência com o mesmo objetivo já ocorreu, na segunda-feira, na Assembleia Legislativa, capital paulista. Ela ocorreu em razão de solicitações  de moradores do Estuário e do Macuco, que temem o grande número de desapropriações com a obra.

A Prefeitura de Guarujá afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não foi notificada sobre o fato. O Ministério Público de São Paulo e a Prefeitura de Santos também foram procurados, mas ainda não se pronunciaram sobre o assunto.  

domingo, 15 de setembro de 2013

AS COMISSÕES QUE NÃO INVESTIGAM NADA!

QUANTOS ENGENHEIROS SERÁ QUE A NOVA COMISSÃO ESPECIAL DE VEREADORES DA CÂMARA DE GUARUJÁ ACOMPANHARÃO A OBRA DO TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ?
TODOS PREOCUPADOS COM AS DESAPROPRIAÇÕES, POR QUE SERÁ? ENQUANTO ISSO, NINGUÉM SE PERGUNTOU COMO O MESTRE DUÍNO FARÁ O SEGUNDO TÚNEL ABAIXO DA PRAÇA 14 BIS, UM VERDADEIRO PANTANO.


COMISSÃO ESPECIAL PARA VERIFICAR PORQUE AS OBRAS DO TÚNEL DA VILA ZILDA E DO PÍER DO PEREQUÊ NÃO ACABAM, NINGUÉM QUER CRIAR, NÃO É MESMO VEREADORES DE GUARUJÁ?

QUEM PAGARÁ À CONTA DAS DESAPROPRIAÇÕES?

ADIVINHEM QUEM PAGARÁ A CONTA ELEITOTÁRIOS DE SANTOS E GUARUJÁ?
CONSTRUÇÃO DE TÚNEL SANTOS-GUARUJÁ PODE DESAPROPRIAR QUASE 4 MIL PESSOAS.


TÚNEL LIGARÁ AS CIDADES DE SANTOS E GUARUJÁ. PRAZO PARA INÍCIO DA CONSTRUÇÃO É JULHO DE 2014.
Fonte G1 Santos

O túnel que ligará as cidades de Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo, está preocupando os moradores de áreas que podem ser desapropriadas para a construção da obra. De acordo com os responsáveis pelo túnel, ele deve ficar pronto no início de 2018. O tempo de ir de Santos para Guarujá, e vice versa, vai ser de pouco menos de dois minutos, passando pelo túnel, segundo os responsáveis pela obra. O projeto foi desenvolvido pela Dersa, já está pronto, e foi entregue para a Cetesb para o processo de licenciamento ambiental.

Para construção do túnel, e do acesso a ele, serão demolidas quase 1.500 casas em Santos e em Vicente de Carvalho. Quase 4 mil pessoas vão ter que se mudar. Diversos moradores do bairro Estuário estão preocupados. "Não queremos, e não vamos sair. Aqui não é invadido, nós pagamos, e muito caro", diz a cabeleireira Cristiane dos Santos. Eles acreditam que as casas deles estão no caminho do túnel e que vão ter que sair do bairro onde moram. "É difícil você morar no bairro há 60 anos e depois você ter que se deslocar para outro bairro. Muda completamente a vida, a estrutura de vida muda totalmente", conta o comerciário Antônio Brasileiro.

O aposentado Paulo Leite Matos conta que a expectativa está preocupando quem mora no bairro. "Tem um vizinho meu que não está mais dormindo de nervoso. Eu falei para ficar calmo porque eles devem chamar para conversar, por carta. Mas eles não convidaram para tomar decisão, e agora para dar uma satisfação está pior ainda", explica. Uma mulher chorou ao saber que sua casa pode ser demolida. "Morando aqui há 61 anos, minha mãe foi uma das fundadoras das casas populares, é triste sair assim", afirma a aposentada Ivone Maria Dos Santos.

As desapropriações serão nos bairros Estuário e Macuco. Algumas ruas têm até marcação feita por técnicos que já fizeram medições. O operador de guindaste Claudinei Branco Júnior mora em uma delas. "Por enquanto está nisso aí, só essas marcações. Por enquanto não notificaram, mas a gente já está tentando alguma coisa porque no futuro vamos ter que sair daqui correndo, as presas", conta. Os moradores explicam que eles querem que a obra seja feita, mas dizem que do jeito que está fica ruim para quem está no bairro. "A gente não é contra o túnel, nós somos contra a desapropriação dos moradores. Isso é um projeto inviável, vai complicar a vida dos moradores", diz o fotógrafo Manoel Messias.

Em Santos, 270 casas deverão ser desapropriadas, e serão pagos valores de mercado. Em Vicente de Carvalho, em Guarujá, a construção do túnel vai atingir 1220 moradias, mas como são casas em áreas invadidas os moradores vão ser encaminhados para programas habitacionais. "Nós indenizamos os bens daquela família, que ocupa uma área que não é de propriedade dela, e ela tem como opção sair ou ser encaminhados para programas de assentamento e programas habitacionais", explica o coordenador do projeto Dersa Estanislau Marcka.

O túnel submerso vai ter 762 metros de extensão todo feito com módulos de concreto pré-moldado. No lado de Santos, a pista vai começar nos bairros do Macuco e Estuário. Em Guarujá, o acesso será por Vicente de Carvalho. "Nós vamos fazer uma pré-qualificação até o final do ano, e lá para março nós temos uma licitação. As empresas pré-qualificadas apresentam as propostas e a previsão é iniciar no final de junho, começo de julho. O prazo de execução está estimado em 44 meses, isso dá começo de 2018, iniciando em julho de 2014", finaliza.

A construção do túnel vai custar R$ 2 bilhões e meio de reais, as obras podem começar em julho do ano que vem. As pessoas não precisam ficar preocupadas, ainda, porque esse projeto pode mudar. A Dersa vai realizar duas audiências públicas em novembro, uma em Santos e outra em Guarujá, para discutir com a população detalhes desse projeto.

A partir da próxima semana a Dersa vai criar duas centrais de relacionamento, uma em Santos e outra em Guarujá, para que as pessoas possam ir até esses locais e conhecer detalhes desse projeto. Os interessados vão saber quais casas serão demolidas. Em Santos a central vai ser instalada no Centro de Convivência na avenida praia, esquina com a avenida Conselheiro Nébias, de terça a sábado. Em Guarujá, a central vai funcionar na sede da prefeitura, e vai funcionar de segunda a sexta-feira.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

MILHÕES GASTOS E NENHUMA SOLUÇÃO!

MAIS ALGUNS MILHÕES SERÃO GASTOS, MAIS ALGUMAS PROMESSAS POLÍTICAS E AS FILAS VÃO CONTINUAR!
MAIS ALGUNS MILHÕES SERÃO GASTOS PELO GOVERNO DO PSDB NOS BERÇOS DE ATRACAÇÃO, MAS AS FILAS VÃO CONTINUAR PARA A NOSSA INFELICIDADE.


ALGUÉM ACREDITA NESSAS SOLUÇÕES? VÃO REDUZIR A TARIFA DA TRAVESSIA?

quinta-feira, 4 de julho de 2013

BARCOS PRECÁRIOS LEVAM 11 MIL POR DIA

"ESTAMOS LUTANDO PARA AUMENTAR A TARIFA", AFIRMA DIRETOR DA ASSOCIAÇÃO DOS CATRAIEIROS.
BARCOS PRECÁRIOS LEVAM 11 MIL POR DIA EM TRAVESSIA DE SANTOS


Todos os dias, cerca de 11 mil pessoas fazem a travessia entre Santos e Vicente de Carvalho (no Guarujá) em catraias, embarcações de pequeno porte sem cobertura.

Marcos Pinho, diretor da associação dos catraieiros da região, diz que esses barcos navegam por canais e não têm cobertura para que possam passar por baixo de pontes. "Se chove, o passageiro usa seu guarda-chuva ou capa."

Ao preço de R$ 1,15, as 40 embarcações, que levam até 17 pessoas, funcionam 24 horas, todos os dias. "Estamos lutando para aumentar a tarifa", disse Pinho.

Eduardo Vasconcelos - Folha de São PAulo

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

AO POVO, NADA!

O VÍRUS DA INCOMPETÊNCIA!
RECUSA DOS PREFEITOS PAPA E ANTONIETA, AMBOS DO PMDB, PARA INSTALAÇÃO DE NOVO FERRY-BOAT MOSTRA O DESCASO COM A POPULAÇÃO E O TURISMO NA REGIÃO.

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Lembro-me do sofrimento do meu pai nos anos 70 para ir trabalhar em Bertioga. Normalmente saíamos de casa as 10:00 hs., dirigíamos até a travessia de Santos-Guarujá, atravessávamos de barquinha devido as imensas filas, pegávamos o ônibus da Viação Guarujá, descíamos na travessia Guarujá-Bertioga.

Bertioga nessa época não dispunha de estradas como Rio-Santos, Mogi-Bertioga, a única forma de chegar a paradisíaca cidade era pelas balsas, moral da história: -Filas de mais de 6 horas em ambos os lados.

Com a modernização e abertura de rodovias as balsas de Bertioga foram ficando até obsoletas, com poucos veiculos em sua travessia, ocorre que em Santos, apesar da modernização da travessia, o numero de veiculos cresce e muito ano à ano.

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Com o congelamento do projeto da Ponte Santos-Guarujá, um projeto que não resolveria 100% do problema da travessia, a oferta do Governo do Estado em aumentar a Travessia é muito interessante.

A recusa dos Prefeitos Papa e Antonieta, ambos do PMDB, o partido mais fisiologista do país, demonstra inicialmente imaturidade pública, provavelmente interesses maiores como o favorecimento aos doadores de campanha, as empreiteiras como a Terracom que monopoliza a Baixada Santista.

Poderia esperar a atitude tomada pela Prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, uma verdadeira "anta" nas questões de projetos e desenvolvimento. A recusa do Prefeito Papa nos decepcionou. Papa é um homem culto, viajado, conhece sistemas como da Ilha de Manhattan, New Hampshire (EUA), Canal da Mancha (Europa) e Hong Kong (China).

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A Prefeita de Guarujá já demonstrou não ter nenhuma preocupação com o Turismo e a População, agora o Prefeito Papa, falhou e pagará caro pelo erro. Será que alguem pensou nos 4 milhões de pessoas que utilizam anualmente a Travessia de Vicente de Carvalho? O numero é oficial, mas estima-se que seja pelo menos o dobro do informado!

Alguém pensou em milhares de turistas que cozinham nas filas? Por que a preocupação com a construção de uma ponte que não contemplaria todo o sistema? Muitos imaginam a Ponte Santos-Guarujá como uma obra de arquitetura moderna, particularmente considero uma "cicatriz" na Barra de Santos!.

A verdade é única, somente um Tunel como construído no Canal da Mancha solucionaria nosso sistema por completo, para isso precisamos de muito dinheiro. O mínimo que poderia se exigir de homens e mulheres que ocupam cargos públicos e dar conforto e segurança a milhares de pessoas que vivem ou visitam nossas cidades, regra que é diariamente esquecida por políticos fisiológicos que muitas vezes esquecem quem são seus patrões, o povo, milhares de cidadãos que os elegeram é claro!